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Donos de restaurante chamam vigarista e aldrabão a Ljubomir Stanisic

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Esta segunda temporada de Pesadelo na Cozinha teve dificuldade em conseguir candidatos suficientes. Esta semana, os donos do restaurante O Telheiro garantem ter sido pressionados pela produção a participar no programa.

«Eu não concorri a programa nenhum, eu fui convidada pela produção!», começa por dizer Natália. «Eles telefona­ram-me no final de agosto, já passava das dez e meia da noite. Primeiro acho que não é hora para se ligar mas pron­to. E no início até achei que era alguém a encomendar comida. Depois come­çaram a perguntar-me se precisava de ajuda», acrescenta a cozinheira à TV7 Dias. «Eu achei logo que estavam a gozar comigo, até achei que era uma burla! Quando ela me diz que é do Pesadelo na Cozinha disse logo que não queria», revela, contando que tinha visto a primeira temporada.

«Não me queria meter nisto e não era por causa da higiene, eu sei que tenho sempre tudo limpo e impecável. Só que também sei como eles são, pegam por tudo e mais alguma coisa», afirma, garantindo: «A única coisa que não queria era expor-me».

Depois de negar por várias vezes o convite da produção, após muita insistência, Natália e o marido Manuel, acabaram por assinar contrato. «Eles in­sistiram muito e a dada altura pergun­taram-me qual era o meu grande sonho e apanharam-me por aí, conseguiram dar-me a volta», explica a proprietária.

No entanto as remodelações feitas no interior do espaço é a maior crítica de Natália, que considera ter sido defraudada com as obras.

«Não gostei do trabalho que aqui foi feito. Podiam arranjar pessoal mais profissional. São muito aldrabões! Nós somos pobres mas não somos bur­ros e gostamos das coisas cuidadas», atira, triste com o resultado final. «Se é para fazer, é para fazer bem feito e não a despachar só para dizer que está mudado. A única coisa que fizeram foi forrar os azulejos com papel autocolante. Não ficou nada em condições, cheio de vincos, mal apli­cado», conta. «Depois também meteram para lá umas tralhas podres penduradas nas paredes onde eu tinha uns quadros, não percebi mui­to bem para quê», remata.

A pensar em abandonar o restaurante em janeiro, Natália vai passar o negócio para a filha. «Eu sou muito exigente, tenho noção disso e estou a tentar desligar-me disto para, em janeiro sair daqui e deixar tudo para a minha filha Marlene», conta.

Sobre Ljubomir Stanisic, a dona do restaurante revela que a sua ajuda foi preciosa. «Ele ajudou-me a cortar o cordão umbilical», tecendo vários elogios ao chef jugoslavo: «Eu adorei-o! A nossa re­lação foi ótima, acho que tudo depende da maneira como nós lidamos com ele.»

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